Tudo bem, encontrar um motivo suficientemente convincente para que um ouriço falante que usa um par de tênis saia por aí correndo em hoverboards não é das tarefas mais fáceis. Na realidade, conceber uma história decente envolvendo corridas de qualquer coisa não é algo muito comum (haja visto a série de “clássicos” que agraciam a TV durante as tardes).
De qualquer forma, deve existir um motivo minimamente decente para que o emblemático ouriço saia por aí disputando dúzias de corridas (embora o fato de serem necessários hoverboards nunca tenha feito muito sentido). Sim, a Sega poderia simplesmente dizer que Sonic e seus bons companheiros resolveram disputar as corridas e por isso foram até a loja especializada mais próxima e gastaram seus trocados. Entretanto, o que se tem mesmo é uma explicação meio débil envolvendo um ataque repentino de robôs ensandecidos, uma relíquia encontrada por acaso pelo ouriço e — como não poderia ser diferente — o Dr. Robotnik (Eggman). Lá pelas tantas, aparecem também os Babylon Rogues (velhos conhecidos dos jogadores do primeiro Sonic Riders), que protagonizam mais alguns diálogos “brilhantes” com Sonic e Cia.
Além dos Babylon Rogues e os demais personagens do primeiro Sonic Riders, ainda marcam presença alguns inéditos. Entre eles, Blaze the Cat, Billy Hatcher, Silver the Hedgehog. Entre conhecidos e rostos novos, o jogo totaliza 18 personagens.
Nenhum comentário:
Postar um comentário